Seja bem vindo/a.
É com muita alegria que recebemos você no ambiente virtual no curso “Educação em Direitos Humanos na atualidade: interfaces entre educação e sociedade”, promovido pelo Instituto Vladimir Herzog em parceria com a Secretaria Municipal de Educação de São Paulo.
Esta ação formativa faz parte do Projeto Respeitar é Preciso! de Educação em Direitos Humanos (EDH) e todo o conteúdo foi preparado seguindo os princípios conceituais e metodológicos das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação em Direitos Humanos, a partir de textos de especialistas e também do material dos Cadernos do Respeitar!.
Entender a escola enquanto uma instituição presente em contextos territoriais e sociais específicos é fundamental para garantir a realização de ações que sejam condizentes com os desafios encarados no cotidiano escolar, tais como as violências contra a escola, na escola e da escola e o consequente sofrimento emocional, que essas questões sociais geram.
Neste curso vamos, juntos/as, ampliar a fundamentação para a Educação em Direitos Humanos a partir de temas centrais, destacando a relevância do convívio escolar como um fato central para que a educação, em seu sentido amplo, se realize. O respeito mútuo e a formação em valores democráticos serão temas transversais em todas as aulas, propiciando, assim, a percepção sobre a importância do respeito às diversidades como prática cotidiana.
Vamos juntos/as?
Desejamos a todos/as uma excelente formação!
Se você quiser mais informações sobre o Projeto Respeitar é Preciso!, visite nosso portal.
Aproveitamento
Neste encontro presencial de apresentação do curso, os professores Glenda Mezarobba e Rafael Mafei discutem o estado atual da democracia e do combate à violação de direitos humanos no Brasil.
Local: Sala de Graduação da Faculdade de Direito USP, 10 de outubro, às 18h30.
Professores: Glenda Mezarobba, Rafael Mafei e Paulo César Ramos.
Nesta semana, conheceremos as ferramentas teóricas para a identificação de evidências científicas, aplicadas em estudos de casos e exemplos de políticas públicas bem-sucedidas.
Davi Mamblona, vice-diretor executivo do Instituto Veredas, ONG dedicada à tradução de conhecimento para políticas públicas e intervenções sociais.
Laura Boeira, diretora executiva do Instituto Veredas, ONG dedicada à tradução de conhecimento para políticas e intervenções sociais.
Henrique Macedo, integrante do Grupo de Estudos sobre Violência e Administração de Conflitos (GEVAC) da UFSCAR.
A Comissão Nacional da Verdade identificou graves violações de direitos humanos ocorridas durante a ditadura militar brasileira. São práticas de tortura e de desaparecimento forçado, dentre outras, que permanecem presentes nos dias de hoje. Nesta semana, discutiremos o relatório da CNV e a sua recomendação para a reforma das instituições forenses (órgãos de perícia científica), como forma de identificação e combate às graves violações de direitos humanos.
Cecília Adão, professora, foi pesquisadora sênior da CNV.
Camilo Vannuchi, escritor e autor do livro “Vala de Perus, uma biografia: como um ossário clandestino foi utilizado para esconder mais de mil vítimas da ditadura”.
Cássio Rosa, professor, perito criminal e perito judicial.
No Brasil, cerca de 330 mil jovens perderam as suas vidas violentamente apenas entre 2009 e 2019 (Atlas da Violência, 2019). Nesta semana, conheceremos os dados existentes sobre esta violação de direitos da juventude e as formas como análises técnico científicas podem qualificar a atuação da sociedade civil e os poderes públicos.
Cecília Oliveira, jornalista investigativa e fundadora do Instituto Fogo Cruzado, que usa tecnologia para produzir e divulgar dados abertos e colaborativos sobre violência armada.
Felipe Freitas, professor, pesquisador e diretor da Plataforma Justa, que estuda o financiamento e a gestão do Sistema de Justiça.
Davi Mamblona, vice-diretor executivo do Instituto Veredas, ONG dedicada à tradução de conhecimento para políticas públicas e intervenções sociais.
Nesta semana, tendo como ponto de partida o reconhecimento do racismo como violação de direitos humanos, veremos como a atuação com base em evidências pode qualificar a ação de movimentos sociais.
Cleifson Dias, professor, Coordenador-Adjunto do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais – Bahia e membro do Grupo de Trabalho sobre Reconhecimento de Pessoal, do Conselho Nacional de Justiça -CNJ.
Felipe Freitas, professor, pesquisador e diretor da Plataforma Justa, que estuda o financiamento e a gestão do Sistema de Justiça.
Bruna Portella, professora e integrante do Grupo Clandestino de Estudos em Controle, Cidade e Prisões e do LabCap – Laboratório de Críticas e Alternativas à Prisão.
Nesta semana, tendo como ponto de partida a identificação da discriminação de gênero como violação de direitos humanos, veremos como a atuação com base em evidências pode qualificar a atuação dos gestores na elaboração e implementação de políticas públicas.
Luciana Garcia, professora, pesquisadora e advogada em Direitos Humanos.
Fernanda Lima, professora, pesquisadora e integrante do grupo de pesquisa Maré – Núcleo de Estudos e Pesquisa em Cultura Jurídica e Atlântico Negro (UnB).
Laura Boeira, diretora executiva do Instituto Veredas, ONG dedicada à tradução de conhecimento para políticas e intervenções sociais.
A Comissão Nacional da Verdade identificou uma série de violações contra os povos indígenas no Brasil, relatando uma história de opressão e de resistência que teve início antes da ditadura e que permanece presente nos dias de hoje. Nesta semana, partindo da atuação da CNV na identificação destas violações, discutiremos os desafios mais prementes nos dias de hoje: a definição do marco temporal e a proteção de direitos territoriais indígenas.
Juliana Ventura, professora, pesquisadora da Comissão da Verdade em Minas Gerais. Sua tese de doutorado, que trata de violações de direitos dos povos indígenas durante a ditadura, recebeu o prêmio CAPES de Teses 2020.
Carolina Santana, advogada e assessora jurídica do Observatório dos Direitos Humanos dos Povos Indígenas Isolados e de Recente Contato (Opi).
Maurício Terena, advogado indígena da articulação dos povos indígenas do Brasil (APIB).
Nesta semana, teremos um encontro presencial, no Instituto de Criminalística de São Paulo. Aí conheceremos mais sobre o trabalho dos órgãos de perícia forense e debateremos os desafios de reforma das perícias para a consolidação da democracia e promoção dos direitos humanos no Brasil.
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